Porque a profundidade custa mais do que os recursos
A profundidade custa tempo, ar e resistência do veículo. É isso que define a ordem certa das melhorias.
Existem dois tipos de custo neste jogo. O primeiro é o custo de um recurso: viajas até um local, recolhes o material e regressas. É repetitivo, mas previsível. O segundo é o custo da profundidade, que combina vários limites ao mesmo tempo.
A profundidade paga-se em três moedas: ar, tempo de viagem e resistência do veículo. Quanto mais desces, mais longa é a subida e maior é a importância de uma configuração adequada.
Por isso, nem sempre compensa comprar primeiro um módulo de profundidade. O rebreather pode ser mais valioso, porque reduz a penalização de consumo e aumenta bastante o tempo útil de trabalho fora do veículo.
O mesmo vale para a garrafa. Passar da garrafa padrão para uma de maior capacidade aumenta muito a autonomia com materiais que já encontras nas zonas iniciais.
O erro mais comum é alcançar uma nova profundidade sem ter tempo para fazer nada lá. Chegar mais fundo não é progresso se tens de regressar imediatamente.
A minha ordem é simples: primeiro ar, depois orientação e só então profundidade. Parece mais lento, mas na prática poupa muitas viagens.